O mundo do futebol sofreu um abalo na tarde dessa quarta-feira com a notícia do afogamento do filho de três anos do meia Guerra, do Palmeiras, na piscina da própria casa, na Grande São Paulo. O jogador, que estava no Equador para o jogo da Libertadores contra o Barcelona, voltou às pressas ao Brasil e não atuou na derrota do Alviverde por 1 a 0.

Por opção da família, o hospital em que o garoto de 3 anos se recupera não emitiu boletim médico. A única informação veio da assessoria do Palmeiras, segundo a qual o menino tem estado de saúde estável.

Após o jogo, o técnico Cuca relatou o desespero de Guerra ao receber a informação. “Foi uma notícia ruim, que podia ser pior. Muito pior. Lógico que é um baque, um choque. Ele (Guerra) correndo de um lado para o outro no corredor, desesperado, sem saber o que está acontecendo. Todos participam disso. Não tem nada a ver com o resultado do jogo, mas emocionalmente é ruim para todos. Quem é pai sabe o que passa em uma situação como essa”, disse o treinador.

“Desencontro de informações, notícias vindas, pesadas para uma criança de três anos que teve afogamento. Todo mundo sente. Quem é pai sente. Qualquer ser humano sente. Mas isso não teve influência no resultado. O que pode ter influenciado foi a não presença dele”, finalizou.

NOTÍCIAS AO MINUTO